Palestras sobre Métodos Ágeis On-line

No dia 23 de maio acontecerá o Agile Webconf II, uma palestra on-line sobre métodos ágeis no desenvolvimento de software. O objetivo desse evento é levar palestras sobre Ágil para profissionais de todos os lugares do nosso país, desde profissionais em grandes cidades até os que estão em cidades menores e fora do alcance de grandes conferências.

O evento acontecerá no período da manhã e teremos como palesrantes grandes nomes do cenário nacional como Klaus Wuestefeld, Samuel Crescêncio, Hugo Kleber Magalhães Lourenço e Eduardo Guerra.

Sem dúvida muito conteúdo sobre design de software ágil, alavancas do ágil, contratos ágeis, pirâmide lean para adoção do ágil e muito mais, apresentado por especialistas atuantes no mercado!

Faça sua inscrição clicando aqui!

metodos-ageis

O Agile Webconf II tem patrocínio da Objective, OnCast e Genesys Prime.

Organização: Revista MundoJ ÁGIL.

Workshop .Net em Vitória

Bem-vindo ao .NET
8 de março de 2014 – Vitória/ES – com Denis Ferrari

O Workshop tem como objetivo principal introduzir o aluno à area de desenvolvimento de sistemas utilizando o .NET como plataforma, passando desde os conceitos mais básicos até a implementação de um projeto em sala de aula.

workshop-

Para quem se destina o workshop?

Para estudantes que já tenham noções de programação, profissionais em início de carreira ou profissionais que estão migrando para tecnologia .Net.

Workflow para desenvolvimento web (PHP+Mysql) – Parte 4 de 4

Para finalizar nossa série, listaremos alguns passos sobre desenvolvimento, teste e publicação da sua aplicação. Com wireframes aprovados e telas montadas, podemos adicionar mapas, produtos, carrinho de compras, ou qualquer outro recurso levantado anteriormente.

1.    Banco de dados

Crie uma conexão com seu banco de dados, juntamente com uma função simples que teste as permissões do seu usuário. Monte as querys nas páginas que apresentaram dados vindos do seu banco e teste-as antes de trabalhar nos estilos da saída.

2.    Formulários

Valide os campos dos seus formulários e deixe claro para o usuário o formato dos campos. Uma das maiores causas de abandono de carrinho de compras são formulários mal feitos, onde o usuário precisa adivinhar o tipo dos dados, como por exemplo, um campo de telefone em branco, em que o usuário não sabe se tem que por DDD ou não, ou um campo de CPF que aceita pontos e traços ou apenas números.

3.    Fale com o usuário

Crie e-mails transacionais para as operações importantes. Andamento dos pedidos, alterações de cadastro e outros avisos importantes, fazem com que o usuário volte para sua aplicação.

4.    Localização.

A grande maioria das aplicações exibe um mapa simples do Google Maps. Se possível, explore as possibilidades da API criando recursos que mostram os lugares mais próximos onde o usuário pode encontrar seu produtos, por exemplo.

5.    Crie uma área restrita.

Ofereça uma área onde o usuário possa compartilhar informações com sua aplicação e editá-las. Se sua aplicação é um e-commerce, utilize essa área para manter o histórico de pedido do usuário, lista de desejos e preferências de pagamento. Se for um sistema, você pode guardar um histórico de relatórios, coletar sugestões de novas funcionalidades e manter um canal com o suporte através dessa área.

6.    Tenha um sistema de gerenciamento de conteúdo.

Uma coisa é certa. Um site estático nunca terá o mesmo sucesso de um site atualizado. Portanto, é indispensável a criação de um sistema de gerenciamento de conteúdo, onde você ou o cliente possa publicar conteúdo novo e relevante sempre que possível.

7.    Elabore relatórios

A melhor forma de você documentar sucessos, fracassos e medir o impacto de alterações de uma aplicação com certeza são relatórios. No caso de um e-commerce, relatórios de vendas, estoque e clientes são essenciais. Para o mantenedor/desenvolvedor da aplicação, relatórios de uso de memória e processamento do servidor, bem como utilização de banda da sua rede, são essenciais para defender um upgrade.

8.    Não reinvente a roda.

Use o que está pronto e é bom. A não ser que você seja Rasmus Lerdorf, você nunca vai conseguir fazer uma ferramenta tão boa quanto o Google Analytics para acompanhar as visitas. Configure o Google Analytics no seu site, Google e Bing Webmasters Tools e acompanhe o desempenho de perto. Isso vale também para frameworks e outras ferramentas para agilizar e agregar valor ao seu trabalho.

9.    Crie um sitemap.

Ter um sitemap para facilitar a vida dos mecanismos de busca é basilar. Mantenha-o atualizado, de preferência de forma dinâmica.

10.   Publique e teste.

Não jogue sua aplicação no servidor de produção e saia berrando por aí que está tudo pronto. Teste, teste muito e faça testes de stress no banco, no seu servidor web, navegue em cada tela e utilize cada recurso.

11.   Promova, mostre e venda.

Promova sua aplicação no maior número de canais que conseguir e, preferencialmente, chame a FastCom fazer seu marketing digital =). Fale e mostre e venda para as pessoas seu trabalho. Não tenha vergonha. Ter vergonha do seu trabalho é o primeiro passo para o fracasso.

 

Fonte: FastCom

Fonte das imagens: Corbis Images

Workflow para desenvolvimento web (PHP+Mysql) – Parte 3 de 4

Depois do levantamento inicial, vamos para a parte de design e produção. Devemos criar algumas composições que permitam que você ou seu cliente veja como ficará sua aplicação, e como o usuário irá utilizá-la. Depois das composições iniciais feitas, precisamos otimizar as imagens, e criar o HTML e o CSS.

1-    Crie wireframes

Criar wireframes é a melhor forma de expor as telas inicialmente. No início da criação de sites na FastCom, utilizamos o Balsamiq Mockups (trial de 30 dias, USD 79.00 lifetime), mas você pode utilizar o PowerPoint, um programa gráfico ou uma ferramenta online como o Moqups. Com certeza, a criação de wireframes economizará muito tempo de design e montagem de HTML para apresentar ideias para um cliente.

 

2-    Otimize suas imagens

Otimize suas imagens utilizando Photoshop e Fireworks, um batch específico ou ferramentas online como o Image Optimizer do Dynamic Drive. Combine as imagens da sua aplicação em sprites, assim, a aplicação solicitará apenas um arquivo de imagem ao servidor. Tenho utilizado para combinar imagens o Spritepad, fazendo as classes do CSS manualmente.

 

3-    Monte seu HTML e CSS

Crie primeiro os elementos comuns da sua interface, já utilizando alguns includes para facilitar as criação das próximas telas. Por definição, o HTML deve cuidar da estrutura, cabeçalhos, parágrafos e links, enquanto o CSS cuida da apresentação, cores, fontes, alinhamento e backgrounds.

 

Depois de criar seu HTML e CSS base, valide o código usando http://validator.w3.org/ e http://jigsaw.w3.org/css-validator/. Se sua aplicação envolve relatórios, crie folhas de estilo específicas para impressão. Não esqueça também de criar estilos próprios para erros para ajudar nos debugs.

 

4-    Cuide da navegação

A navegação deve ser simples, intuitiva e coerente, mais isso pode ser muito trabalhoso para conseguir em uma aplicação grande e complexa. Deste modo, organize muito as tarefas e rotinas mais corriqueiras, fazer isso vai diminuir consideravelmente seus custos de suporte.

 

5-    Use templates.

Crie quantos templates forem necessários. Comente o código de forma clara e objetiva, sem abreviações. Ter templates organizados e comentados facilitará muito sua vida quando precisar inserir uma nova página, funcionalidade ou relatório à sua aplicação. Além de ajudar consideravelmente na curva de aprendizado de um novo integrante da sua equipe.

 

6-    Não esqueça do SEO

Indexação em mecanismos de busca é um ponto-chave para o sucesso de qualquer aplicação web. Invista tempo em adicionar recursos de CRUD nas meta tags, cabeçalhos e títulos. Ajude os mecanismos de busca, implementando metadados marcando seu conteúdo por meio da semântica do http://schema.org. Se você já tem uma aplicação pronta e não está ranqueado como gostaria fale com a gente.

Além dos elementos on-page, não se esqueça do conteúdo textual. Lembre-se: a essência de todo mecanismo de busca é classificar páginas através de textos.

 

7-    Social Media

Adicione botões de compartilhamento e outras ações sociais em sua aplicação. Com certeza aumentará muito sua visibilidade.

Na última parte da nossa série, falaremos sobre programação, testes e publicação.

php mysql workflow

Fonte: FastCom

Fonte das imagens: Corbis Images

Workflow para desenvolvimento web (PHP+Mysql) – Parte 2 de 4

Agora que você já reuniu a as ferramentas necessárias para seu projeto, listou os recursos da sua aplicação, está na hora de falarmos sobre cronograma e outros requisitos, antes de começarmos a desenvolver efetivamente.

1-    Faça um cronograma.

Revise os recursos da sua aplicação na parte 1 e estabeleça um prazo para que cada parte do projeto fique pronta. Se você não está trabalhando sozinho, essa é a hora de pensar em tudo. Lembre-se que você terá que gerenciar seu cliente, seus processos, e o mais importante, nem você nem sua equipe são super-humanos e imprevistos acontecem.

Utilize uma ferramenta de gestão de projetos para ter uma visão mais precisa do andamento do seu projeto, e entregar relatórios para seu cliente. Na FastCom, por exemplo, utilizamos o TeamWork, que tem uma plano grátis para 2 projetos, e planos pagos a partir de 12 USD/mês.

 

2-    Registre seu domínio.

É uma parte importantíssima, que o cliente, na maioria das vezes, nem sabe que existe. Acesse o registro.br para comprar domínios com terminação .br ou o namecheap.com para domínios com outras terminações.

 

3-    Compre e configure sua hospedagem.

Se você vai processar pagamentos na sua aplicação, você precisará de um certificado SSL que o seu provedor de hospedagem vai fornecer. A hospedagem da FastCom oferece certificados da Alpha SSL. Você pode precisar fazer, ainda, cadastros em outros operadores de pagamento, como Pagseguro e Cielo, dependendo dos gateways que você utilizar. Considere um plano cloud, para ter mais flexibilidade na hora de upgrades e downgrades.

 

4-    Pesquise questões legais.

Procure um advogado para que você possa ter informações sólidas e confiáveis sobre direitos autorais da sua aplicação, patentes e demais oportunidades de negócio geradas ao redor do seu projeto.

Na parte 3 falaremos sobre design e produção. Até a próxima!

Fonte: FastCom

Fonte das imagens: Corbis Images

Workflow para desenvolvimento web (PHP+Mysql) – Parte 1 de 4

Este guia tem como objetivo mostrar aos desenvolvedores iniciantes todas as fases do desenvolvimento de um projeto, para que possam trabalhar de forma organizada e eficiente, com o menor número de surpresas ao longo do projeto, aumentando a produtividade e lucratividade.

Vale ressaltar que nem todos os passos a seguir são obrigatórios para o projeto do seu site ou sistema, mas é uma ótima forma de organizar seu projeto especialmente se você está trabalhando com mais pessoas.

Levantamento, planejamento e organização

Todo projeto, por menor que seja, necessita de estratégia. Assim, antes de iniciar os trabalhos, atente as dicas de organização:

1-      Defina os objetivos da aplicação

O que você quer alcançar com o seu site? Vendas? Contatos? É um site informativo ou alguma combinação das anteriores?

2-      Defina seu público-alvo e recursos da sua aplicação

Quem vai acessar seu site? Quem vai utilizar sou sistema? Pesquise concorrentes e outros sites e aplicações que você considera referência. Defina quais recursos seu site deverá ter para atingir os objetivos da sua aplicação.

3-      Liste todos os recursos que você precisará para desenvolver sua aplicação

Considerando os itens 1 e 2, o que você precisa para colocar sua aplicação no ar? Abaixo segue uma lista com algumas coisas que você deve considerar antes de começar a desenvolver:

– Servidor local para desenvolvimento (XAMPP para windows, MAMP para Mac, ou CentOs + Apache, PHP e Mysql se Linux);

– Sistema de versionamento (Subversion, com Tortoise como cliente Windows, Versions para MacOS, RadpidSVN para Linux);

– Editor (Notepad++ para Windows, TextMate para Mac e VI para Linux);

– Frameworks CSS (Foundation ou Unsemantic);

– Framework PHP (CodeIgniter);

– Gráficos (Fireworks e Illustrator par Windows e Mac, GIMP para Linux);

– Hospedagem (FastCom, cloud);

– Interface com banco de dados (PHPMyAdmin);

4-      Configure seus servidores

Deixar seus servidores de desenvolvimento, testes e final com a mesma versão de PHP (assim como as diretivas do php.ini) é considerado uma ótima prática, além de economizar muito tempo na hora de testar e publicar sua aplicação. O mesmo vale para o banco de dados;

5-      Planeje e criação do seu banco de dados.

A arquitetura do seu banco de dados é um parte importantíssima da sua aplicação. Pense bem nas tabelas, campos e formato dos campos que você vai utilizar e aprenda como criar tabelas relacionais e índices para otimizar seu banco.

6-      Utilize templates e includes.

Usar templates para áreas comuns como, menus, rodapés e formulários economizará muito tempo e padronizará as áreas do seu site. Includes facilitarão muito sua vida na hora de atualizar aquela biblioteca que você usou três anos atrás ou implementar na nova folha de estilos.

No próximo post desta série falaremos sobre o setup inicial da aplicação, definições de regras de gateways de pagamento, registro de domínio e hospedagem.

Fonte: FastCom

Fonte das imagens: Corbis Images

Crimes na Web: WhatsApp é usado para disseminar o Zeus na América Latina

Os pesquisadores do laboratório da ESET América Latina identificaram uma nova ameaça que utiliza o popular aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp. Segundo os especialistas, a campanha utiliza uma falsa mensagem de voz, com o intuito de disseminar o Zeus, uma das ameaças virtuais mais populares, voltada a roubar informações pessoais e dados bancários.

Vale destacar que se trata do segundo golpe que utiliza o WhatsApp identificado pelos pesquisadores da ESET em apenas uma semana. Na campanha anterior, voltada a usuários brasileiros, os cibercriminosos utilizaram um falso e-mail prometendo o WhatsApp para PCs.

O novo golpe utiliza um e-mail que simula uma mensagem de voz do WhatsApp e que apresenta um arquivo comprimido na mensagem, intitulado “Missed-message.zip”. Ao descompactá-lo, o usuário roda um arquivo executável com o mesmo nome, que funciona como um dropper – técnica comum utilizada pelos cibercriminosos para fazer com que um arquivo aparentemente inofensivo descarregue outras ameaças.

whatsapp

O segundo dropper inicia um processo chamado kilf.exe, que tem a função de limpar a cena, apagando os arquivos mencionados anteriormente, graças a um arquivo com extensão BAT, que também elimina a si mesmo. Logo, aparece um segundo executável, que é o malware (código malicioso) por trás do botnet Zeus (ZBot), que é detectado pelas soluções ESET como Win32/Spy.Zbot.

Ao longo de todo o ciclo, o malware manipula os controladores de som do sistema operacional infectado, simulando ser um arquivo de áudio verdadeiro. “Os cibercriminosos aproveitam a popularidade do WhatsApp para disseminar campanhas. Para não ser vítima de casos como esse, é importante contar com uma solução de segurança que detecte a ameaça. Além disso, recomendamos verificar se a informação em questão, nesse caso a mensagem de voz, é verídica”, analista Raphael Labaca Castro, Coordenador de Awareness & Research de ESET Latinoamérica.

Fonte: Blog Informa