Gostariamos de convidar você profissional de informática a apoiar a criação do Conselho Federal de Informática que protegerá nossos interesses no Brasil. Com o Conselho criado, teremos a garantia de que profissionais desqualificados não ocuparão nossos postos de trabalho, teremos mais força política para aprovações de leis de nosso interesse, tais como propor um piso salarial mínimo (como existe para os da área de engenharia), entre outros.
Caso você queira aproveitar para apoiar a criação do Conselho de Informática no Facebook, junte-se ao nosso grupo visitando a página: https://www.facebook.com/groups/192493777493394/.
Abaixo a comunicação que estaremos encaminhando ao Senado Federal:
Ao Excelentíssimo Senhor Presidente da Comissão de Assuntos Sociais – CAS.
Os abaixo-assinados, brasileiros, vimos respeitosamente manifestar à presença de Vossa Senhoria nosso apoio à aprovação pelo Congresso Nacional do PLS – PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 607 de 2007, em tramitação na Comissão de Assuntos Sociais, que regulamenta a profissão de Analista de Sistemas e suas correlatas.
Vimos pedir a Vossa Senhoria que, por favor, conduza para aprovação com extrema urgência este Projeto de Lei do Senado PLS 607/07 a fim de que sejam criados os Conselhos Federal e Regional de Informática.
É-nos bem sabido que outros países em desenvolvimento na América Latina já contam com Conselhos de Informática e acreditamos que o Brasil conta com força política para fazer regulamentar esta lei, pois entendemos que somente profissionais qualificados podem exercer as atividades profissionais da Informática.
Entendemos que, para exercer a profissão no mercado brasileiro, o diploma de nível superior é indispensável. Alguns diplomas de pós-graduação também são indispensáveis e exigidos por diversas empresas.
Entendemos que há, entretanto, atividades profissionais de baixo grau de complexidade ou que se exija apenas um nível técnico, para as quais formação em curso superior não é necessária. Nelas, cabe à empresa a inteira responsabilidade pela decisão de empregar o profissional deste nível.
Queremos acrescentar que não é correta a realidade atual do Brasil, onde os curiosos do mercado de Informática, que nunca cursaram uma faculdade, venham competir com os profissionais regularmente formados, desvalorizando nossa profissão ao oferecerem os mesmos serviços a preços irrisórios.
Verificamos que foi recebido o relatório do Senador Paulo Paim, com voto pela rejeição das Emendas nº 1 e nº 2 oferecidas, durante o Turno Suplementar, pelo Senador Roberto Cavalcanti ao Substitutivo ao Projeto aprovado pela Comissão. A matéria se encontra pronta para ser incluída na Pauta da Comissão de Assuntos Sociais.
Confiantes de que nosso pleito será deferido, nós que abaixo assinamos.
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A área de informatica no Brasil é uma piada, como pode um profissional com nível superior começar ganhando 1200, se iguala ao salário de pedreiro, não querendo desmerecer essa profissão, mas pra se pedreiro não precisa passar 4 anos numa faculdade estudando pra caramba e depois ficar sabendo que esses 4 anos não valeram de nada.
Realmente, muitos profissionais tem sofrido bastante com baixos salários, mas estou na dúvida se uma regulamentação dessas vai resolver algo. No fim das contas, sempre tem uma forma do patrão pagar um salário bem baixo se os profissionais não conseguirem se impor (e fazer valer).
Acho muito importante a criação do Conselho de Informática, pois vai sim regulamentar a situação do Profissional de TI no Brasil, vão acabar os xarlatões, teremos uma piso salarial digno, não esse salario de m….., que as vezes é praticamente o valor da mensalidade da Faculdade. E o melhor vai acabar com quem não tem qualificação acadêmica e se sujeita a trabalhar por qualquer valor, prostituindo a área de TI. Quem não concorda é quem não precisou ficar sentado no minimo quatro anos no banco de uma Faculdade para ter seu Diploma, sua Graduação. Faz Facu eu fiz.
Acho muito importante a criação desse conselho que vai valorizar o profissional que passa quatro anos estudando e quando se forma, parece que não é ninguém, pois não é reconhecido em nenhum lugar.